Caso Lázaro é prato cheio para a criação por movimentos extremistas de inimigos imaginários e falsos divisionismos

O assassino Lázaro, que mobiliza centenas de policiais pela sua captura no Distrito Federal, é figura espalhada nas correntes de whatsapp como sendo alguém defendido pela esquerda e por grupos de direitos humanos.

É falso, óbvio. Não há divisão. Não há quem não queira a sua prisão imediata. Mas o caso é prato cheio para que um movimento extremista use do pânico moral, para tentar enquadrar pejorativamente os seus adversários.

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