Como se comportará o TCE/RN diante do governo Fátima?

O tribunal de contas do Estado do RN foi uma pedra no sapato da gestão Robinson Faria. O ainda governador acusou a instituição, inclusive na campanha, de agir movido por interesses políticos.

Não é possível saber ao certo se o TCE é motivado por questões eleitorais. Mas é fato que, ao contrário de sua relação com governos anteriores, impediu, por exemplo, a antecipação dos royalties do petróleo para pagamento de salários, operação não impedida pelo mesmo órgão no passado.

O TCE também se envolveu em polêmicas contra a autorizações da própria assembleia legislativa do RN.

Ele também resiste no quesito devolução das sobras orçamentárias do duodécimo.

O grupo de Fátima durante a eleição também fez menção aos indicados da família Alves para ocuparem cadeiras de conselheiro no TCE. O histórico é, portanto, nada ameno.

O TCE vai continuar com seu ativismo? O próximo governo manterá as especulações sobre suposta incursão política?

O RN está quebrado e não há margem para aventura de quem quer que seja. Neste sentido, resta esperar, apesar do realismo sempre recomendar parcimônia, relação republicana entre os envolvidos.

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