Dependente do auxílio, governo tenta usar o Fundeb para manter nova base de apoio ao governo federal

A avaliação de Jair Bolsonaro está bastante relacionada hoje a concessão do auxílio emergencial. Setores médios deixaram de apoiar sua administração durante a pandemia e com a saída de Sergio Moro (lava jato) do governo.

Porém, o apoio foi reposto pelos que passaram a receber o auxílio emergencial de 600 reais durante o alastramento do coronavírus. Bolsonaro ficou politicamente dependente da distribuição da renda básica.

Com Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica  perto do seu vencimento, que ocorre no fim do ano, o governo tenta diminuir o seu tamanho, para que sobre dinheiro para a renda básica.

O movimento político que nasceu dizendo que iria valorizar a educação básica e criticando o bolsa família, no poder, promove amplo rearranjo em prol da reeleição em 2022.

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