Enquanto o Brasil ainda aplica a primeira dose, o debate no mundo já é sobre reforço vacinal

Países como Alemanhã e Chile já debatem o cruzamento de vacinas como medida de reforço vacinal contra covid-19. Quem recebeu astrazeneca na Alemanhã, terá uma dose a mais de imunizante rna mensageiro (Pfizer ou Moderna). A medida foi recém aprovada naquele país. No Chile, a ideia é aplicar Pfizer em quem foi imunizado com Coronavac.

Conforme as pesquisas tocadas no país da primeira ministra Angela Merkel, o cruzamento de vacinas ajuda no aumento da eficácia. A preocupação fundamental é contra a variante Delta, que se espalha pela Europa.

Enquanto isso, no Brasil, vacina-se ainda, com a primeira dose, populações em torno de 40 anos para cima.

Mas, segundo o governo federal, estamos na frente deles. Aviso: contém ironia.

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