Ida de Amaro Sales à Assembleia para defender o PROEDI é sinal da relevância do programa e da importância da interlocução entre economia e política em prol do desenvolvimento do RN

O RN pode ficar sem PROADI e PROEDI, já escrevi certa vez por aqui. O fato criaria um cenário ainda mais negativo para o RN, que vem perdendo empregos e divisas para os estados vizinhos nos últimos anos. A modernização do PROADI em PROEDI afasta esse grave prejuízo e nos coloca em condições competitivas de atração de indústrias.

O PROEDI é o meio através do qual o RN dinamizará sua economia. Tanto é assim que, através de nota, a própria e insuspeita Federação das Indústrias do RN (FIERN) defendeu sua implementação como caminho insofismável em prol do desenvolvimento potiguar (veja a nota no site da Fiern aqui).

Os representantes da FIERN se ressentiam pelo fato de não serem ouvidos pelos governos anteriores e vêm elogiando a abertura de interlocução com a gestão atual. O ex-senador e empresário Fernando Bezerra, o presidente da Fiern Amaro Sales e o presidente da Fecomércio/RN Marcelo Queiroz, para ficar apenas nesses nomes nada secundários do mercado estadual, já externaram tal ponto de vista em entrevistas à imprensa.

Gerar espaço para que empresários defendam seus pontos de vista não é sinônimo de constrangimento, mas de reconhecimento do prestígio e da representatividade que merecem na legítima defesa de seus interesses e de suas visões de crescimento para o RN.

A ida hoje (4) do presidente da FIERN Amaro Sales à Assembleia, para falar sobre a relevância do PROEDI, é bom indicativo do movimento externado acima. A política potiguar precisa se abrir para ouvir o que a classe empresarial tem a dizer, aprofundar canais de interlocução. Ganha a economia e ganha a política. A carência dessa aproximação no passado foi o que nos trouxe até aqui. O RN já perdeu muito tempo. Urge aprofundar esse pacto de desenvolvimento.

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