O golpe do números de prefeitos está aí; cai quem quer

Acompanho profissionalmente as campanhas eleitorais desde 2008 nas terras de poti e o pleito sempre começa com uma lorota – fulano ou cicrano tem chances pelo alto número de prefeitos que o apóiam.

Parece um mantra, um start eleitoral. Toda a experiência anterior, demonstrando que isto não quer dizer muita coisa nas disputas majoritárias, é sempre afastada em prol da auto-valorização da classe política.

As movimentações sobre 2022 já começaram e, com elas, o cálculo fake news. Normalmente, ele vem acompanhado da perspectiva de esconder o “espírito do tempo”, este sim mais relevante.

A pergunta a ser feita é – os eleitores, conforme as pesquisas e o desenrolar da disputa, se inclinam a manter ou a alterar o governo do estado e quem se encontra sentado na cadeira presidencial? E como os candidatos ao senado se posicionam diante de tal “espírito”.

Uma constante – quem mais levanta essa ideia de rolo compressor pelo apoio de prefeitos é justamente quem sabe que está em desvantagem naquilo que irá se revelar como desejo na abertura das urnas.

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