O “toma lá da cá” de Bolsonaro tem potencial para não funcionar

Bolsonaro deu as cabeças dos ministérios para as bancadas temáticas e alguns notáveis à extrema direita. Foi uma forma de realizar sua promessa de campanha e fazer a egípcia aparente com os partidos.

Porém, entre os segundos e terceiros escalões, além dos cargos nos estados seguem uma cooptação dos deputados e senadores diretamente, sem passar pelas lideranças partidárias. É o novo modo de formar uma coalizão.

A questão é que, nesse formato, ele terá pouco poder de pressão perante os congressistas, caso eles não votem conforme prometido.

Os líderes partidários organizavam os votos no congresso. Nesse caso, quem desempenhará esse papel? O potencial para não dar certo é acentuado.

Deixe um Comentário