Pesos e medidas sobre liberação de empréstimo pela Prefeitura do Natal e Governo do RN; União não pode adotar critério político contra o estado

O pessoal que não tem duas semanas apoiou, sem plano algum apresentado pela prefeitura do Natal, a contrair empréstimo de 400 milhões, agora critica o do governo do RN para a adesão ao Plano de Equilíbrio Fiscal (PEF) da Secretaria do Tesouro Nacional (STN). Tem lógica? A depender do ângulo, tem. Só que não passa pelo tema em si.

O Governo quer acessar 650 milhões, através do PEF, em prol do reequilíbrio de suas contas. A ação está prevista no Plano da secretaria do tesouro nacional.

Ora, daqui deste blog sairá o mesmo questionamento que foi feito sobre o empréstimo em Natal. A indagação não é a ação em si, mas saber se há plano estruturado para a contração do recurso. É o que a Assembleia, que terá de aprovar o ato deve se cercar, e é sobre a questão que o governo deve se explicar. Tendo plano, deve ser feito.

Até hoje, por exemplo, não se sabe exatamente no que a Prefeitura do Natal irá empregar o recurso a ser contraído, nem qual será a instituição financeira. A câmara municipal do Natal endossou o ato a partir da vaga explicação de emprego em “obras estruturantes”.

O Governo do RN deve focar nessa explicação de transparência e, se não o fizer, a Assembleia deve cobrar.

GOVERNO FEDERAL DISCRIMINARÁ O RN?

Ora, se há um plano aprovado pelo próprio governo federal para tanto, cabe saber se o RN reune condições para ingressar nele. Caso o governo federal leve o tema pelo viés político diante da eleição que se avizinha, não estará punindo Fátima Bezerra, mas os cidadãos do RN.

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