Bolsonaro e o fim do posto Ipiranga

BOLSONARO E O FIM DO POSTO IPIRANGA

A economia patina. A promessa do posto Ipiranga de zerar o déficit brasileiro no primeiro ano, com o consequente crescimento dos empregos, não está ocorrendo. E é curioso notar a reação de Bolsonaro por conta do cenário.

Sua resposta caminha em dois sentidos: ampliar o barulho em torno da “guerra cultural” – vale notar que seus auxiliares, preocupados em agradar o chefe, algo natural em qualquer gestão, acabam sempre indo por aí – e procurar intervir. Seu resquício de liberalismo – o econômico – será ainda mais jogado no lixo diante da queda nas pesquisas.

Sua espuma em prol dos “bons costumes” não será suficiente para aplacar a insatisfação pelo desemprego. Primeiro foi a Petrobrás. Agora o banco do Brasil. O movimento tenderá a ganhar volume, caso o cenário permaneça. Com isso, a agenda Guedes iria para o saco.

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