É outra coisa

O chanceler Ernesto Araújo virou piada na Alemanha e no Brasil por defender que o nazismo é de esquerda. Depois, não deixando sua peteca cair, elogiou o período ditatorial de 64.

Será que não estudou o básico da história?

Não se trata disso.

Em 2008, com Dilma, ele criticou o regime de exceção que agora lança visão positiva. Em 2011, colocou Lula no pedestal. Hoje, veste a casaca bolsonarista.

Sua trajetória mostra que ele não é um radical. É outra coisa.

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