Enquanto você trava uma guerra cultural que lhe é imposta, Bolsonaro imuniza a mãe com a “vacina chinesa do Doria”

Há grupos interessados em ensinar a odiar. Eles perdiam eleições porque não produziam bons governos. Daí que a saída foi criar uma guerra cultural e a impor como salvação da lavoura aos sujeitos.

De repente, as universidades, transferência de renda, crédito para habitação viraram problema e não mais solução. Até vacina e o enfrentamento de uma doença mortal se transfiguraram num grande mal.

Ora, foi a forma encontrada para fazer com que, como certa vez disse o poeta, o peixe corra alegremente para a boca do tubarão. Querer se proteger de uma pandemia é coisa de gente medrosa, enfrentar o perigo mortal de peito aberto é o que vale. A vacina fabricada pela China, nosso principal parceiro comercial, virou plano malévolo.

Meu caro, enquanto você luta uma guerra que não é sua, o presidente Jair Bolsonaro, que fez de tudo para o Brasil não acessar um imunizante, deu Coronavac para a mãe.

Ela não furou a fila. Tem 93 anos e merece receber. O presidente agiu certo com a mãe dele, mas não com você. E o exemplo dele deveria servir para que você não faça o que ele mandou o brasileiro fazer, que é se arriscar enquanto ele segue protegido e resguardando os dele.

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